| |
| ESPORTES DIÁRIOS |
|
|
 |
Os programas de incentivo à prática de esportes entraram na cartilha da empresa moderna. Fazem parte da onda que levou para o ambiente de trabalho a preocupação com a qualidade de vida dos funcionários e com cuidados preventivos de saúde. Os ganhos que as empresas podem obter são evidentes. Funcionários mais saudáveis e satisfeitos podem trabalhar sempre mais e melhor. E há também a camaradagem que é despertada pela prática de esportes em grupo. Mas há outro fenômeno sobre os esportes no mundo do trabalho. Executivos de sucesso creditam a suas atividades fora da empresa boa parte do sucesso que conseguiram. Quanto pode haver de verdade nisso?
Especialistas das duas áreas – carreira e esporte – afirmam que há, sim, vantagens para a vida profissional.
“A psicologia do esporte está muito ligada à do trabalho. |
|
Elas trabalham os mesmos elementos: motivação, hierarquia, pressão, resultados”, diz o psicólogo do esporte Dietmar Samulski, que trabalhou para o Comitê Olímpico Brasileiro nas Olimpíadas de Atenas. “Os valores que são aprendidos em um ambiente são transferidos para o outro.” Como cada modalidade desenvolve talentos e traços de personalidade específicos, surge a pergunta: qual o melhor esporte para fazer sucesso na vida profissional? |
|
| |
|
Tênis, golfe e corrida são as modalidades preferidas dos presidentes de grandes empresas, segundo pesquisa da empresa de marketing esportivo MSI Sports. Esse dado reforça a impressão de que esportes individuais são a escolha que mais traz benefícios à carreira. O que ocorre, segundo especialistas, é o contrário: profissionais procuram modalidades individuais quando já estão subindo e começam a se sentir solitários. “Quanto mais alto é o cargo, maior é a solidão”, diz William Bull, consultor da Mercer Human Resources. Os esportes praticados em times servem de antídoto para essa sensação de isolamento. E têm a vantagem de desenvolver habilidades que só são possíveis com a convivência. “Como a liderança, uma das características mais requisitadas pelas empresas”, diz Bull. |
|
| |
|
|
|
|